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Arquivo da Categoria ‘Política’

Ainda linkando.

5, novembro, 2009 marcioguilherme Sem comentários

Ainda no “linking mode”, e já que dia 9 o mundo comemora 20 anos da queda do Muro de Berlim (passa tão rápido, não é mesmo, gente? – a gente pisca e all of the sudden o Politburo é tão last season…), quatro textos sobre o fim da Guerra Fria: um da Condolezza Rice (reparem na quase-referência à guerra contra o terror no final), um do escritor Frederick Forsyth, um da Baronesa Margareth Tacher (pequeno mas excelente), e, por fim, uma entrevista muito boa do Zbigniew Brzezinski, secretário de Defesa do Carter e parte do time de National Security do Bush pai (presidente americano à época da queda do Muro).

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Voz do povo

16, setembro, 2009 marcioguilherme Sem comentários

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Você não vale nada mais eu gosto de você

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Do nïvel

7, janeiro, 2009 marcioguilherme 1 comentário

E Samuel Joseph Wurzelbacher, o saldözo “Joe the Plumber” (aquele da campanha), viajará para Israel para cobrir a guerra em Gaza como correspondente do Pajamas Media (na palavras da grande Leci Brandão, “um luxo de site”). O Yahoo! News diz aqui que Wurzdsyufrgyyuarwgf vai passar 10 dias por lá para garantir que o “Average Joe” israelense possa apresentar o seu lado da história.

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Coisa nossa

8, outubro, 2008 marcioguilherme 3 comentários

Li a dica no Daily Dish e fui à National Review conferir uma discussão maluca sobre o suposto Maoísmo do Obama:

Second, and relatedly, Obama’s radicalism, beginning with his Alinski/ACORN/community organizer period, is a bottom-up socialism. This, I’d suggest, is why he fits comfortably with Ayers, who (especially now) is more Maoist than Stalinist. What Obama is about is infiltrating (and training others to infiltrate) bourgeois institutions in order to change them from within — in essence, using the system to supplant the system. A key requirement of this stealthy approach (very consistent with talking vaporously about “change” but never getting more specific than absolutely necessary) is electability.

Nossos pirados são muito melhores. Na boa. Um trechin’ de exemplo:

Que essa candidatura [i.e., a do Obama à presidência dos EUA] desperte o entusiasmo de todos os grupos pró-terroristas e partidos comunistas do mundo não prova uma “conspiração” em sentido estrito – tecnicamente, nenhum movimento histórico de amplitude mundial pode ser chamado uma “conspiração” –, mas também não pode ser uma inocente coincidência ex post facto. Obama nasceu desse meio, alimentou-se dele, e o aplauso que daí recebe é apenas o reforço final necessário para que a ambição longamente acalentada de destruir os EUA desde dentro (e desde cima) deixe de ser apenas um sonho de mentes malignas e se torne uma temível realidade.

Ahmadinejad tem razão: a eleição de Obama, se acontecer, será o sinal verde para a conquista da América pelo Islam revolucionário e seus parceiros comunistas, como a sedução da alma do príncipe Charles por um guru muçulmano, mais de vinte anos atrás, – ignorada pela mídia até hoje – foi o início da conquista da Inglaterra. Esta geração dificilmente passará sem que o mundo veja a autodissolução da Igreja anglicana e sua transformação em entreposto do islamismo. Mas talvez passe sem que os EUA – e portanto Israel – consumem sua rendição sacrificial ante o altar de seus inimigos. A presente eleição americana não é o último lance dessa disputa, mas é certamente um dos mais decisivos.

É coisa nossa, amigo. Não tem pra ninguém.

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Dúvida

6, outubro, 2008 marcioguilherme 1 comentário

Você sabe que o mundo virou de cabeça pra baixo quando lê um negócio desses e fica em dúvida se é ironia ou não:

The two men’s [Obama and MacCain's] life stories appeal to different groups. Mr McCain is a war hero who endured years of torture in Vietnam. He has often defied his own party in pursuit of centrist policies, such as banning torture, welcoming immigrants and tackling climate change.

O trecho é parte de uma matéria da última Economist (aqui, na íntegra).

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Infâmia inconsciente

“José Múcio, ministro das Relações Intestinais” – depois do Roberto Jefferson, o trocadilho mental ao ler as notícias é inevitável.

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Super Tuesday II, uma frase

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Yes, we… damn!

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Plenário

27, setembro, 2007 marcioguilherme Sem comentários

“Os elementos anárquicos sempre frutificaram aqui facilmente, com a cumplicidade ou a indolência displicente das instituições e costumes. As iniciativas, mesmo quando se quiseram construtivas, foram continuamente no sentido de separar os homens, não de os unir. Os decretos dos governos nasceram em primeiro lugar da necessidade de se conterem e de se refrearem as paixões particulares momentâneas, só raras vezes da pretensão de se associarem permanentemente as forças ativas”.

Sergio Buarque de Holanda,Raízes do Brasil, cap. 1, pág. 33 (Cia das Letras)

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Metendo a mão em cumbuca

25, setembro, 2007 marcioguilherme 1 comentário

Não há limites para a capacidade do Lula de falar merda.

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Nunca na história daquele país?

19, setembro, 2007 marcioguilherme 1 comentário

O NY Times abriu suas colunas de opinião (os “Op-eds”) ao respeitável público que não assina o jornal. Até que enfim. Pois bem – depois de anos, arrisquei o David Brooks. A coluna de hoje é sobre a reforma do setor de saúde proposta pela Hillary Clinton. Vejam se não soa familiar:

“When some politicians are asked to describe systems that really work, they think of the competitive marketplace. Others think of political combat — good defeating evil. But Clinton, at her most hopeful moments, is a communitarian. When she’s asked to describe a system that works, she describes diverse people coming together around a big table to reach a consensus“.

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