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Arquivo da Categoria ‘Links’

Links.

3, novembro, 2009 marcioguilherme Sem comentários

Com o Reader, o Twitter, e essas coisas todas, é meio vergonha pela pessoa fazer um post de links. Mas deixa rolar, fiz um:

Na verdade, diz um artigo sensacional da Mary Elise Sarotte, o Muro de Berlim caiu porque o porta-voz do Politburo da Alemanha Oriental tava com sono, leu mal um papelzinho, se confundiu todo e acabou falando besteira numa coletiva de imprensa. (via Daniel Drezner)

Excelente entrevista da Elinor Ostrom, uma das vencedoras do Nobel de Economia deste ano (a entrevista é de 2003). Mais sobre ela aqui.

Não sei se é old news, mas descobri que a London Review of Books tá inteirinha online. De graça.

The Collected Works of the University of Chicago Bathrooms“. Podia ter saído pela “editora altovolta“, esse. =)

Aqui, os links para os textos do Krugman (e as respostas do Levitt) sobre o Capítulo 5 do “Superfreakonomics“. Aqui, um pouco do contexto.

Um sujeito autista sobrevoou Nova Iorque por 20 minutos e desenhou, de memória e com riqueza de detalhes impressionante, o skyline de Manhattan.

Branquito Muchacho. E também Kajuru. Gostaria de agradecer ao Chico Barney e a todos os envolvidos.

Perco pelo menos 5min do dia nesse LikeCool.

Por outra, gostaria de perder muitos outros no blog do Alex Ross na New Yorker. Mas o cara escreve pouco.

Descobri outro dia os blogs novos do Julio Lemos e do Mozart.

Por que saúde custa tão caro nos EUA? (vai Marginal Revolution)

Cristopher Walken entoando “Poker Face”. Duas pessoas que temo: Madonna e Cristopher Walken.

Tipo assim o melhor vídeo EVA?

“Management consultants are kind of like think tanks – they matter a great deal, but no one is precisely certain why they matter so much” – aqui. Em resposta, eu diria – “não necessariamente, mas pode ser”.

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5 links

1. Joshua Marshall explica o que são e para que servem os tais “superdelegates” do Partido Democrata.

2. Joguinho realmente viciante (indicado pelo Godoy no Twitter. Aliás, o Apostos já tem Twitter – aqui, ó. O meu tá aqui).

3. Discussão sobre o novo livro de Fareed Zakaria, “The Post-American World“, com participação do próprio, do Michael Lind (New American Foundation), do Matt Yglesias (The Atlantic), da Ann-Marie Slaughter (Princeton, não conheço), e do David Rieff (que também não conheço). Aqui, o primeiro post da série.

4. Sam Harris aproveita a polêmica em torno do filme “Fitna”, curta de 15 minutos que vincula, por meio de imagens, as palavras do Corão ao terrorismo islâmico (no YouTube, acessível aqui e aqui), para discutir o amolecimento do Ocidente diante das ameaças à liberdade de expressão que as reações extremadas a esse tipo de conteúdo representam. Trecho:

The point is not (and will never be) that some free person spoke, or wrote, or illustrated in such a manner as to inflame the Muslim community. The point is that only the Muslim community is combustible in this way. The controversy over Fitna, like all such controversies, renders one fact about our world especially salient: Muslims appear to be far more concerned about perceived slights to their religion than about the atrocities committed daily in its name. Our accommodation of this psychopathic skewing of priorities has, more and more, taken the form of craven and blinkered acquiescence.

There is an uncanny irony here that many have noticed. The position of the Muslim community in the face of all provocations seems to be: Islam is a religion of peace, and if you say that it isn’t, we will kill you. Of course, the truth is often more nuanced, but this is about as nuanced as it ever gets: Islam is a religion of peace, and if you say that it isn’t, we peaceful Muslims cannot be held responsible for what our less peaceful brothers and sisters do. When they burn your embassies or kidnap and slaughter your journalists, know that we will hold you primarily responsible and will spend the bulk of our energies criticizing you for “racism” and “Islamophobia.”

5. Cristopher Hitchens e Guy Sorman escrevem sobre 1968. Sugeri ao David, aproveitando o mote de seu blog semi-palindrômico, que escrevesse um texto sobre 1986, à moda daqueles antigos do Rino, que, manquilonento que só ele, resolveu sumir de novo do mapa (ao menos parece). Ok, fiz esse adendo apenas para pedir que o Rinoceronte voltasse a escrever. Vamos ver se funciona.

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7 Links para começar a semana

21, janeiro, 2007 marcioguilherme 6 comentários

1. Alex Ross, crítico musical da New Yorker, chama atenção para um fato interessante: em 2006, a taxa de crescimento das vendas de álbuns de música clássica (22%) superou de longe a de todos os outros gêneros musicais (a única exceção se deve ao sucesso da série “The High School Musical”, que fez com que as vendas do gênero “Trilha Sonora” crescessem 19%). Chris Anderson, autor do celebrado “The Long Tail“, analisa as estatísticas de venda de álbuns fora de catálogo em seu blog, aproveitando para defender com dados as teses que compõem o argumento central de seu livro.

2. Esta versão de “Hey-Ya”, do Outkast, é bem legal. Peguei no blog “A Vida de Tiago“. Segundo ele, o gordinho do vídeo se chama Mat Weddle, é do Arizona, faz parte da banda “Obadiah Parker”, e já fez até cover de “Mama Africa”, do Chico César (!).

3. Michael Porter, professor de Harvard e autor do clássico “Estratégica Competitiva” (lido por 10 entre 10 estudantes de Administração ou Engenharia de Produção), quem diria, aderiu às idéias de sustentabilidade empresarial e responsabilidade social corporativa. Mas aderiu de viés – seu último artigo, “Strategy and Society: The Link Between Competitive Advantage and Corporate Social Responsibility“, publicado na Harvard Business Review de dezembro de 2006, tenta integrar o assunto às técnicas clássicas de planejamento estratégico, fugindo da abordagem “filantropista” e, ao mesmo tempo, mostrando que há espaço para aumentos de lucratividade em iniciativas do gênero. Talvez nem Milton Friedman discordasse – afinal, se aumentar a lucratividade das empresas – e, conseqüentemente, a remuneração dos acionistas – passa, agora, pela implementação de iniciativas de “sustentabilidade” – por que não?

4. A senadora Hillary Clinton declarou ontem, em seu website, que disputará a inidicação do Partido Democrata à candidatura na eleição presidencial de 2008. O timing do anúncio, ao que parece, foi motivado por dois eventos: a entrada oficial do senador Barack Obama na disputa pela nomeação, com a formação de um exploratory committee, e a proximidade do “State of The Union” deste ano, marcado para a próxima quarta-feira. Ou seja: de uma só tacada, Hillary pretende amortecer o entusiasmo de seu Partido com Obama e ascender ao posto de principal contraponto democrata ao Governo Bush. Se vai dar certo, só o tempo dirá. Diante do escapismo populista representado por John Edwards, do carisma cintilante de Obama, da imagem de integridade de John McCain, e do heroísmo midiático de Giuliani, Clinton parece pequena, burocrática – sem verniz. Mas não se deve menosprezar um (ou uma, acostumemo-nos) Clinton. Um excelente e detalhado perfil da senadora, publicado em novembro passado pela revista The Atlantic Monthly, ajuda a entender o porquê.

5. Stephen Colbert no “O’Reilly Factor“, e Bill O’Reilly no “Colbert Report“. Brought to you by Cisco. Impagável.

6. Artigo interessante da “Chronicle of Higher Education” a respeito do crescimento patológico do anti-americanismo na Europa.

7. Aqui, o volume completo do “Index of Economic Freedom”, elaborado anualmente pela Heritage Foundation / Wall Street Journal. O Índice de Liberdade Econômica brasileiro (60,9%) ficou levemente acima da média mundial (60,6%), colocando o Brasil no 70o. lugar da lista, atrás de países como Albânia, Guatemala e Nicarágua. Na comparação com nossos vizinhos do continente americano, ficamos com o 17o. lugar (de um total de 29 países). O parâmetro em que nos saímos melhor foi o de “Freedom from Government” (88,8% de liberdade), que mede o grau de intervenção fiscal do governo com base nas estatísticas de gastos públicos. O que nos penalizou com maior intensidade foi o de “Freedom from Corruption”, em que obtivemos 37% de liberdade. Overall, um resultado ruim. Mas nada além – ou aquém – do que seria de se esperar nestes anos de governo companheiro.

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Não deixando passar

21, janeiro, 2007 marcioguilherme 2 comentários

Duas coisas:

1. Ruy Goiaba, cartão postal do Apostos, no podcast do Diogo Mainardi. Cliquem aqui para rir.2. O Pedro, d’O Indivíduo, respondeu o meme que lhe encomendei. Confiram.

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Novidade

16, dezembro, 2006 marcioguilherme 3 comentários

A nova página inicial do Apostos está entrando no ar. Visitem, visitem! Só não reparem muito a bagunça, pois ainda estamos em fase de ajustes e testes.

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Caught my eye

23, novembro, 2006 marcioguilherme Sem comentários

* Soares Silva, at his best, com savoir-faire de homem do mundo.

* Gostei do “The Lede“, blog novo de breaking news do New York Times. Vale a olhada.

* Jeffrey Hart, na American Conservative, explica porque chamar George W. Bush de conservador é errado.

* O Youtube tem a luta final do Rocky V. Tommy Gunn é o adversário. Para quem não lembra, a luta é na rua, e não no ringue. O limite extremo do kitsch (mas chego a dar soquinhos no ar ao assistir). Se não for suficiente, veja também o trailer do sexto filme da série.

* Aqui, Michael Blowhard, em texto sobre Robert Altman.

* Aqui, Roger Ebert, em texto antigo sobre o filme Blue Velvet. Possivelmente a pior crítica de cinema já escrita

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Novo colega

Acabo de saber pela amiga Nariz que o Reinaldo Azevedo, editor da finada Primeira Leitura, começou, finalmente, seu blog. Já foi para a lista de referências ao lado.

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Gente Nova

A Torre de Marfim é o novo integrante da confraria. Confiram.

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Blogroll

Mais links para o blogroll: o blog do Dilbert, um dos mais divertidos que conheço, o blog do Acton Institute, que também é bom (mas não tão divertido), o Bombordo, uma iniciativa interessante do pessoal do Verbeat, e o blog do Fazeer Rahim, um economista que mora nas Ilhas Maurício, mas escreve muitíssimo bem (Por que a adversativa? Não sei. Sheer prejudice, talvez. Ou hábito. Não gostou, vem pra mão. Mas não chora depois.)

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Mexer no blogroll é a luta mais vã.

12, março, 2006 marcioguilherme 1 comentário

Resolvi fazer uma faxina na barra de links. A quantidade de entulho ultrapassava os limites. Retirei da lista as páginas desativadas (ah!, só Deus sabe o quanto sofri para decidir apagar, definitivamente, os links para o Fora do Mundo e para os Contos Licenciosos) e apaguei as referências aos blogs que, por uma razão ou outra, já não leio mais. Aproveitei o embalo e incluí alguns que tenho acessado diariamente, mas que não tinha tido tempo – ou paciência – para acrescentar à lista.

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