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Li a dica no Daily Dish e fui à National Review conferir uma discussão maluca sobre o suposto Maoísmo do Obama:
Second, and relatedly, Obama's radicalism, beginning with his Alinski/ACORN/community organizer period, is a bottom-up socialism. This, I'd suggest, is why he fits comfortably with Ayers, who (especially now) is more Maoist than Stalinist. What Obama is about is infiltrating (and training others to infiltrate) bourgeois institutions in order to change them from within — in essence, using the system to supplant the system. A key requirement of this stealthy approach (very consistent with talking vaporously about "change" but never getting more specific than absolutely necessary) is electability.
Nossos pirados são muito melhores. Na boa. Um trechin' de exemplo:
Que essa candidatura [i.e., a do Obama à presidência dos EUA] desperte o entusiasmo de todos os grupos pró-terroristas e partidos comunistas do mundo não prova uma “conspiração” em sentido estrito – tecnicamente, nenhum movimento histórico de amplitude mundial pode ser chamado uma “conspiração” –, mas também não pode ser uma inocente coincidência ex post facto. Obama nasceu desse meio, alimentou-se dele, e o aplauso que daí recebe é apenas o reforço final necessário para que a ambição longamente acalentada de destruir os EUA desde dentro (e desde cima) deixe de ser apenas um sonho de mentes malignas e se torne uma temível realidade.
Ahmadinejad tem razão: a eleição de Obama, se acontecer, será o sinal verde para a conquista da América pelo Islam revolucionário e seus parceiros comunistas, como a sedução da alma do príncipe Charles por um guru muçulmano, mais de vinte anos atrás, – ignorada pela mídia até hoje – foi o início da conquista da Inglaterra. Esta geração dificilmente passará sem que o mundo veja a autodissolução da Igreja anglicana e sua transformação em entreposto do islamismo. Mas talvez passe sem que os EUA – e portanto Israel – consumem sua rendição sacrificial ante o altar de seus inimigos. A presente eleição americana não é o último lance dessa disputa, mas é certamente um dos mais decisivos.
É coisa nossa, amigo. Não tem pra ninguém.
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